Orientações Cirúrgicas

Orientações cirúrgicas

A cirurgia robótica é um avanço da técnica minimamente invasiva de laparoscopia em que o cirurgião controla braços mecânicos de um robô através de um console. Isso permite maior precisão dos movimentos. 

Além das vantagens trazidas pela laparoscopia que são redução das incisões, diminuição da perda de sangue e diminuição do tempo de cura e cicatrização, o robô permite uma melhor manipulação dos tecidos e uma visão tridimensional,  melhorando a performance da cirurgia.

Em Salvador temos até o momento 02 plataformas robóticas em funcionamento. Nos hospitais São Rafael, da rede D’or, e no Santa Izabel.

Prostatectomia Radical

A prostatectomia radical  consiste na retirada total da próstata e vesículas seminais.

É indicada para homens com câncer de próstata.

A cirurgia da próstata pode ser realizada através das técnicas robótica, laparoscópica ou aberta. A técnica robótica permite uma visão tridimensional do campo operatório, movimentos mais precisos e delicados, contribuindo com melhores resultados de sangramento, continência urinária e função sexual.

1- Exames pré-operatórios: – Glicemia; hemograma; uréia; creatinina; Na;K; TP; TTPa; Cultura de urina: Radiografia de tórax e ECG.

A depender das doenças do paciente outros exames podem ser necessários.

2- Dieta habitual, evitando-se comidas gordurosas, bebidas alcoólicas ou gaseificadas. Jejum de 8 horas antes da cirurgia é necessário para evitar complicações anestésicas. 

3- Parar de fumar 4 semanas antes, fazer exercícios físicos regulares ajudam a melhorar o condicionamento cardiorespiratório.

Não faça tricotomia (raspagem dos pelos) em casa. Isso será feito no hospital

Como você pode ver na figura, após a retirada da próstata e das vesículas seminais – em azul – a bexiga é anastomosada (emendada) na uretra (canal da urina) por meio de pontos. Por isso, uma sonda é deixada através dessa emenda para moldar sua cicatrização e evitar vazamentos, por um período de 7 a 15 dias.

Um dreno pode ser colocado para retirar secreções, linfa ou urina que eventualmente pode escapar da anastomose vésico uretral. Pela técnica robótica não costumamos deixar dreno, pois a anastomose costuma ser mais eficiente.

dieta é reiniciada logo após a recuperação da anestesia, quando o paciente estiver bem acordado. Deverá ser leve, rica em fibras ,e com pouca gordura e condimentos, para facilitar a digestão e esvaziamento intestinal.

Assim que o paciente se sentir disposto pode levantar-se do leito e andar no quarto e corredor do hospital. Isso deve ser estimulado o mais precocemente possível, para evitar trombose nas veias das pernas e ajudar no funcionamento do intestino.

A alta costuma ocorrer no primeiro ou segundo dia após a cirurgia, normalmente com a sonda e sem o dreno.

 Repouso relativo é indicado devendo-se evitar subir escadas, pegar peso ou exercícios físicos por 15 a 30 dias a depender da evolução individual e da via de acesso escolhida para cada paciente.

Medicações para dor ou antibióticos podem ser necessários a depender da evolução de cada paciente.

Uso de anti coagulante (medicação para evitar trombose) é prescrito de maneira individualizada, a depender do risco de cada paciente.

Obs: as informações aqui relatadas são referentes ao que acontece com a maioria dos pacientes, porém cada paciente tem suas peculiaridades que podem levar a condutas diferentes das mencionadas acima.

Nefrectomia radical

A nefrectomia radical  consiste na retirada total do rim.

É indicada para pacientes com câncer de rim.

A nefrectomia radical pode ser realizada através das técnicas robótica, laparoscópica ou aberta. A técnica robótica permite uma visão tridimensional do campo operatório, movimentos mais precisos e delicados, contribuindo com melhores resultados de sangramento, menor incisão e dor pós operatória, e permite um retorno mais precoce às atividades laborais e atividades físicas esportivas.

1- Exames pré-operatórios: – Glicemia; hemograma; uréia; creatinina; Na;K; TP; TTPa; Cultura de urina: Radiografia de tórax e ECG.

A depender das doenças do paciente outros exames podem ser necessários.

2- Dieta habitual, evitando-se comidas gordurosas, bebidas alcoólicas ou gaseificadas. Jejum de 8 horas antes da cirurgia é necessário para evitar complicações anestésicas. 

3- Parar de fumar 4 semanas antes, fazer exercícios físicos regulares ajudam a melhorar o condicionamento cardiorespiratório.

Não faça tricotomia (raspagem dos pelos) em casa. Isso será feito no hospital

Após a retirada do rim acometido pelo tumor, é necessário remove-lo de dentro do abdome do paciente. Os portais por onde são inseridos as pinças robóticas são pequenos (cerca de 1cm) e não permitem a saída do órgão doente. Para isso, o cirurgião abre uma pequena incisão em alguma região que não seja necessário cortar músculos, como por exemplo no baixo ventre, parecido com o corte de uma cesariana, porém com metade do tamanho. Essa incisão, além de ser melhor cosmeticamente, acarreta menor dor ou sequelas no pós operatório.

Um dreno pode ser colocado para retirar secreções, linfa ou sangue, mas , na maioria das vezes, não é necessário.

dieta é reiniciada logo após a recuperação da anestesia, quando o paciente estiver bem acordado. Deverá ser leve, rica em fibras ,e com pouca gordura e condimentos, para facilitar a digestão e esvaziamento intestinal.

Assim que o paciente se sentir disposto pode levantar-se do leito e andar no quarto e corredor do hospital. Isso deve ser estimulado o mais precocemente possível, para evitar trombose nas veias das pernas e ajudar no funcionamento do intestino.

A alta costuma ocorrer no primeiro ou segundo dia após a cirurgia, normalmente com a sonda e sem o dreno.

 Repouso relativo é indicado devendo-se evitar subir escadas, pegar peso ou exercícios físicos por 15 a 30 dias a depender da evolução individual e da via de acesso escolhida para cada paciente.

Medicações para dor ou antibióticos podem ser necessários a depender da evolução de cada paciente.

Uso de anti coagulante (medicação para evitar trombose) é prescrito de maneira individualizada, a depender do risco de cada paciente.

Obs: as informações aqui relatadas são referentes ao que acontece com a maioria dos pacientes, porém cada paciente tem suas peculiaridades que podem levar a condutas diferentes das mencionadas acima.

Nefrectomia parcial

A nefrectomia parcial consiste na retirada de uma parte do rim.

É indicada para pacientes com câncer de rim que permite a retirada apenas da região acometida pelo tumor. Normalmente isso é possível quando o tumor não ultrapassou 7cm de diâmetro.

A nefrectomia radical pode ser realizada através das técnicas robótica, laparoscópica ou aberta. A técnica robótica permite uma visão tridimensional do campo operatório, movimentos mais precisos e delicados, contribuindo com melhores resultados de sangramento, menor incisão e dor pós operatória, e permite um retorno mais precoce às atividades laborais e atividades físicas esportivas.

1- Exames pré-operatórios: – Glicemia; hemograma; uréia; creatinina; Na;K; TP; TTPa; Cultura de urina: Radiografia de tórax e ECG.

A depender das doenças do paciente outros exames podem ser necessários.

2- Dieta habitual, evitando-se comidas gordurosas, bebidas alcoólicas ou gaseificadas. Jejum de 8 horas antes da cirurgia é necessário para evitar complicações anestésicas. 

3- Parar de fumar 4 semanas antes, fazer exercícios físicos regulares ajudam a melhorar o condicionamento cardiorespiratório.

Não faça tricotomia (raspagem dos pelos) em casa. Isso será feito no hospital

Após a retirada do tumor, é necessário remove-lo de dentro do abdome do paciente. Os portais por onde são inseridos as pinças robóticas são pequenos (cerca de 1cm) e não permitem a saída do órgão doente. Para isso, o cirurgião pode ampliar um dos portais ou abrir uma pequena incisão em alguma região que não seja necessário cortar músculos, a depender do tamanho do tumor ressecado. Muitas vezes, o cirurgião realiza um incisão em baixo ventre, parecido com o corte de uma cesariana, porém com metade do tamanho. Essa incisão, além de ser melhor cosmeticamente, acarreta menor dor ou sequelas no pós operatório.

Um dreno pode ser colocado para retirar secreções, linfa, sangue ou urina.

dieta é reiniciada logo após a recuperação da anestesia, quando o paciente estiver bem acordado. Deverá ser leve, rica em fibras ,e com pouca gordura e condimentos, para facilitar a digestão e esvaziamento intestinal.

Assim que o paciente se sentir disposto pode levantar-se do leito e andar no quarto e corredor do hospital. Isso deve ser estimulado o mais precocemente possível, para evitar trombose nas veias das pernas e ajudar no funcionamento do intestino.

A alta costuma ocorrer no primeiro ou segundo dia após a cirurgia, normalmente com a sonda e sem o dreno.

 Repouso relativo é indicado devendo-se evitar subir escadas, pegar peso ou exercícios físicos por 15 a 30 dias a depender da evolução individual e da via de acesso escolhida para cada paciente.

Medicações para dor ou antibióticos podem ser necessários a depender da evolução de cada paciente.

Uso de anti coagulante (medicação para evitar trombose) é prescrito de maneira individualizada, a depender do risco de cada paciente.

Obs: as informações aqui relatadas são referentes ao que acontece com a maioria dos pacientes, porém cada paciente tem suas peculiaridades que podem levar a condutas diferentes das mencionadas acima.

Cistectomia por câncer

A cistectomia por câncer consiste na retirada total da bexiga.

É indicada para pacientes com câncer, que invadem o músculo da bexiga.

A cistectomia radical pode ser realizada através das técnicas robótica, laparoscópica ou aberta. A técnica robótica permite uma visão tridimensional do campo operatório, movimentos mais precisos e delicados, contribuindo com melhores resultados de sangramento, menor incisão e dor pós operatória, e permite um retorno mais precoce às atividades laborais e atividades físicas esportivas. A reconstrução da bexiga é feita com um pedaço do intestino. Na cirurgia robótica isso pode ser feito sem a necessidade de abrir o abdome para expor o intestino, o que reduz a chance de complicações e acelera a recuperação do paciente.

1- Exames pré-operatórios: – Glicemia; hemograma; uréia; creatinina; Na;K; TP; TTPa; Cultura de urina: Radiografia de tórax e ECG.

A depender das doenças do paciente outros exames podem ser necessários.

2- Dieta habitual, evitando-se comidas gordurosas, bebidas alcoólicas ou gaseificadas. Jejum de 8 horas antes da cirurgia é necessário para evitar complicações anestésicas. 

3- Parar de fumar 4 semanas antes, fazer exercícios físicos regulares ajudam a melhorar o condicionamento cardiorespiratório.

Não faça tricotomia (raspagem dos pelos) em casa. Isso será feito no hospital

Após a retirada do bexiga e reconstrução das vias urinárias, um dreno pode ser colocado para retirar secreções, linfa ou sangue.

dieta é reiniciada assim que o intestino volta a funcionar, normalmente com líquidos que vai progredindo aos poucos para pastosa e habitual para a idade. Deverá ser leve, rica em fibras ,e com pouca gordura e condimentos, para facilitar a digestão e esvaziamento intestinal.

Assim que o paciente se sentir disposto pode levantar-se do leito e andar no quarto e corredor do hospital. Isso deve ser estimulado o mais precocemente possível, para evitar trombose nas veias das pernas e ajudar no funcionamento do intestino.

A alta costuma ocorrer no sétimo dia após a cirurgia, normalmente com a sonda e sem o dreno.

 Repouso relativo é indicado devendo-se evitar subir escadas, pegar peso ou exercícios físicos por 15 a 30 dias a depender da evolução individual e da via de acesso escolhida para cada paciente.

Medicações para dor ou antibióticos podem ser necessários a depender da evolução de cada paciente.

Uso de anti coagulante (medicação para evitar trombose) é prescrito de maneira individualizada, a depender do risco de cada paciente.

Obs: as informações aqui relatadas são referentes ao que acontece com a maioria dos pacientes, porém cada pessoa tem suas peculiaridades que podem levar a condutas diferentes das mencionadas acima.

Colectomia/Retossigmoidectomia

Colectomia significa a retirada parcial ou total do cólon (intestino grosso). Já a Retossigmoidectomia inclui a remoção total ou parcial do reto (porção final do intestino). Suas principais indicações são o Câncer de Intestino, a Doença Diverticular complicada e a Endometriose Intestinal. Também podem ser necessárias nos casos de Doenças Inflamatórias Intestinais, como Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.

As Colectomias/Retossigmoidectomias podem ser realizadas através das técnicas robótica, laparoscópica ou aberta. A cirurgia robótica permite uma visão tridimensional do campo operatório, além de movimentos mais precisos e delicados, contribuindo com melhores resultados de sangramento, menor incisão e dor pós-operatória, e permite um retorno mais precoce às atividades físicas e laborais.

1- Exames pré-operatórios: São necessários exames laboratoriais, como glicemia, hemograma, uréia, creatinina, TP, TTPa, além de Radiografia de tórax e ECG (eletrocardiograma).A depender da idade e das doenças do paciente, outros exames e avaliações podem ser necessários.

2- Dieta: Recomenda-se dieta leve na véspera do procedimento, evitando-se comidas gordurosas, bebidas alcoólicas ou gaseificadas. O jejum de 8 horas antes da cirurgia é necessário para evitar complicações anestésicas, podendo ser liberada pequena quantidade de líquidos claros até 4 horas antes do procedimento, sempre sob orientação médica. 

​3- Preparo intestinal: Geralmente, não há necessidade de preparo intestinal completo (limpeza do intestino). A depender da área do cólon/reto a ser abordada, pode ser recomendado o uso de laxantes e/ou lavagem retal, na véspera da cirurgia.

​3- Outras recomendações: Parar de fumar 4 semanas antes da cirurgia e fazer exercícios físicos regulares ajudam a melhorar o condicionamento cardiorrespiratório.

Não deve ser feita a tricotomia (raspagem dos pelos) em casa. Ela será realizada no hospital, caso necessário.

Para a realização das Colectomias/Retossigmoidectomias robóticas, é inserido um trocarte (cânula) de 12mm próximo ao umbigo, onde será inserida a ótica, e outros 3 a 4 trocarteres de 8 a 12mm para a inserção dos demais instrumentos de trabalho (pinças, tesouras, etc..). O diâmetro e a localização de cada incisão variam com a porção do intestino a ser removida.

Após a retirada da porção intestinal doente, é necessário removê-la de dentro do abdome do paciente. Os portais por onde são inseridas as pinças robóticas são pequenos e não permitem a saída do órgão. Para isso, o cirurgião abre uma pequena incisão, geralmente no baixo ventre, parecido com o corte de uma cesariana, porém com metade do tamanho. Essa incisão, além de ser melhor cosmeticamente, acarreta menor dor ou sequela no pós-operatório. Um dreno pode ser colocado para retirar secreções, como linfa ou sangue, quando necessário.

A depender da idade e comorbidades (doenças pré-existentes) do paciente, e da extensão da cirurgia, o pós operatório imediato poderá ser realizado na UTI (unidade de terapia intensiva) ou na enfermaria (quarto).

dieta é geralmente reiniciada após 6 horas da cirurgia, quando o paciente estiver bem acordado. Inicialmente, são liberados apenas líquidos claros e sem resíduos, evoluindo ao longo dos dias até a dieta ideal para a alta hospitalar. Esta progressão mais lenta se deve pela presença de uma anastomose (costura) no intestino. O ato de mascar chicletes é incentivado logo nas primeiras horas do pós operatório, com intuito de acelerar o retorno dos movimentos intestinais.

​Assim que o paciente se sentir disposto, pode levantar-se do leito e andar. Isso deve ser estimulado o mais precocemente possível, para evitar trombose nas veias das pernas e ajudar no funcionamento do intestino.

A alta costuma ocorrer entre o terceiro e o quinto dia após a cirurgia, variando conforme a extensão da cirurgia e a evolução do paciente.

Medicações para dor, enjôo e/ou antibióticos podem ser necessários, a depender da evolução de cada paciente.

Uso de anticoagulante (medicação para evitar trombose) é prescrito de maneira individualizada, a depender do risco de cada paciente.

Obs: as informações aqui relatadas são referentes ao que acontece com a maioria dos pacientes, porém cada paciente tem suas peculiaridades, que podem levar a condutas diferentes das mencionadas acima.